A inquestionável rigidez e seriedade da Lei do Audiovisual

Diferente da Lei Rouanet, a Lei 8.685/93 (do Audiovisual), fomenta exclusivamente a produção de filmes, séries, documentários e outras obras culturais direcionadas à TV, cinema e às plataformas digitais.

O filme “Antes do Nascer do Sol”, que vai contar a vida e trajetória de Aury Luiz Bodanese, é amparado pelo Ministério da Cultura pela Lei do Audiovisual, e foi aprovado pela Agência Nacional do Cinema (ANCINE), em setembro de 2024, com imediata publicação no Diário Oficial da União.

As empresas que pagam Imposto de Renda sobre o lucro (sobras), podem abater até 4% deste IR devido, enquanto as pessoas físicas têm o limite de 6%.

Os interessados em apoiar o projeto não precisam efetivar o pagamento imediato. O aporte pode ser feito até o último dia útil do ano de 2025. Apenas é necessário informar o interesse em ser investidor através de uma carta ofício, mencionando o valor a ser aportado e a data prevista de pagamento. Essa confirmação pode ser feita à Companhia Brasileira de Cinema, a Osnei de Lima, fone (54) 9 9926-9157, ou ao Instituto Humaniza, com Magna Tessaro, (54) 9 9977-2062.

Magna, atualmente residindo em Campos Novos, em Santa Catarina, contratada para gerir os recursos públicos do filme “Antes do Nascer do Sol”, garante que as regras da Lei do Audiovisual são específicas, claras e rígidas, e “tudo deve ser 100% comprovado nos documentos”.

O premiado em Gramado, no Rio Grande do Sul, e diretor do filme, Osnei de Lima, explica como o longa-metragem, a partir de 2027 quando for finalizado, vai alcançar milhões de brasileiros de todas as idades, chegando, inclusive, a públicos mais jovens, que não conheceram a coragem e a ousadia de Aury Luiz Bodanese. “Estamos tendo a mesma audácia de Aury quando criou algumas das mais importantes cooperativas do país; É um grande desafio, todavia, com parceiros que acreditam na força do cooperativismo, tudo sairá dentro do planejado”, garante Osnei, que já lançou 50 obras entre vídeos, curtas e longas. “Pretendemos, como Aury sempre conseguiu realizar, entoar uma obra exemplar”, completa o cineasta.

Cinemas e streaming

Para Osnei, se cada cidadão, que nesse momento faz parte, direta ou indiretamente das instituições criadas por Aury assistir ao filme em salas de cinema ou streaming, com apenas dois familiares ladeados, estaremos ultrapassando 1,5 milhão de pessoas. “Nosso projeto é muito maior do que isso”, prospecta, com convicção. “Queremos adentrar às escolas, feiras, locais onde sabemos que o agricultor e o público urbano cooperado estão. Não é por acaso que estamos rodando o primeiro filme agro no Brasil. Temos como meta atingir principalmente o público que leva alimento para a mesa dos brasileiros diariamente, três vezes por dia”.

Osnei ainda confirma que o jovem do campo precisa conhecer a história de Aury e de seus principais líderes sucessores, como a de Romeo Bet e de Mário Lanznaster (este, em memória), para entender a necessidade de valorização de quem faz da terra sua vocação”, finaliza.

Texto gerado pelo jornalista, Marcos Castro, repórter e fotógrafo, Erechim, no Rio Grande do Sul

Osnei de Lima: “É impossível falar de Aury, sem associar Lanznaster e Bet”

As gravações do longa ANTES do NASCER do SOL, que vai contar a vida e obra do capitão do cooperativismo Aury Luiz Bodanese, estão previstas para vários pontos de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, ajudando, inclusive, na geração de empregos temporários, além da forte divulgação de tais comunidades, sem contar a contratação de serviços locais como transporte, alimentação, limpeza entre outros. Cenas na Itália serão na região de Treviso, de onde vieram os antecessores da família Bodanese.  

Clicando aqui, você conhece a trajetória de Mário Lanznaster (em memória) – https://cemac.coop.br/presidentesalfa/mario-lanznaster-em-memoria/

O diretor do filme, Osnei de Lima comenta de Mário Lanznaster(em memória) e Romeo Bet, atual presidente da Cooperalfa, argumenta que são nomes indissociáveis ao de Aury. “Não tem como falar de Bodanese, sem conectarmos ao de Mário e de Romeo Bet, pois são personalidades que incorporaram aquilo que o líder defendia e foram muito além; por isso, terão personagens no filme”.

Osnei cita o caso de Bet que, “quando o encontramos num corredor, evento ou restaurante, ele dispensa respeitosa atenção a todos, indistintamente, denotando grande simplicidade e humildade”.

Clicando aqui, você conhece a trajetória de Romeo Bet, que, dia 14 de fevereiro de 2025, iniciará seu 5º mandato como presidente da Cooperalfa – https://cemac.coop.br/presidentesalfa/romeo-bet/

Outros personagens que conviveram com Aury serão adaptados durante o processo. A filha de Aury e Zelinda, Beatriz Bodanese e Homero Milton Franco, ex-funcionário da Alfa – atualmente residindo em Chapecó -, ajudarão nessas conexões e revisões histórico-reais.

CONTRAPARTIDA PARA PATROCINADORES

De acordo com Osnei de Lima, da Companhia Brasileira de Cinema, os investidores terão marca em todo o material de divulgação e distribuição física e digital, seja à imprensa nacional e aos diversos públicos, além de exposição da marca no início e fim do longa-metragem “dependendo da opção escolhida pelo patrocinador”.

O longa, após a Avant Première em março de 2027, será exibido em festivais; em seguida, em várias plataformas streamings. No lançamento, em Chapecó, estarão jornalistas, o elenco, patrocinadores, familiares, cooperativistas e convidados.  

Os merchans devem ser negociados exclusivamente com a Guerreiro Agromarketing, de Maringá-PR e os investimentos utilizando recursos do Imposto de Renda (Lei do Audiovisual), através do Instituto Humaniza, de Barracão/RS.

https://clicrdc.com.br/cultura/osnei-de-lima-e-impossivel-falar-de-aury-sem-associar-lanznaster-e-bet/